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O que está no nosso campo de responsabilidade não é o sentir, mas a forma como lidamos com ele.

Não podemos mudar o que sentimos, mas podemos mudar o que fazemos com o que sentimos. As emoções não surgem porque escolhemos. Elas aparecem a partir das experiências, das relações, da história de cada um. Medo, tristeza, raiva, frustração, ambivalência, nada disso é decidido racionalmente.


O que está no nosso campo de responsabilidade não é o sentir, mas a forma como lidamos com ele. Duas pessoas podem sentir a mesma coisa e agir de maneiras completamente diferentes. Uma pode se fechar, atacar ou evitar. A outra pode reconhecer o que sente, sustentar o desconforto e escolher como responder.


Maturidade emocional não significa controlar emoções ou fingir que elas não existem. Significa conseguir permanecer em contato com o que se sente sem colocar no outro a obrigação de regular aquilo que é próprio.


Quando aprendemos a diferenciar sentimento de ação, ampliamos nossas possibilidades de escolha. O sentimento continua existindo, mas ele deixa de comandar automaticamente nossas atitudes. É nesse espaço entre sentir e agir que a responsabilidade emocional se constrói.


Na terapia, esse espaço pode ser ampliado. Não para ensinar o que fazer, mas para ajudar a perceber como cada pessoa tem se relacionado com aquilo que sente e quais consequências isso tem produzido na própria vida e nas relações.


No Transborda, a terapia é um convite para ampliar esse espaço: olhar para o que você sente, compreender como tem reagido e construir formas mais conscientes de se posicionar nas relações e na própria vida. Se faz sentido pra você, chama a gente aqui ♥️


 
 
 

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