O seu cliente não precisa de uma terapeuta perfeita. Precisa encontrar uma pessoa real na relação terapêutica.
A autenticidade da terapeuta é fundamental para a construção de um vínculo de confiança.
Quando estamos presentes de verdade, sem nos escondermos atrás de um papel profissional idealizado, abrimos espaço para um encontro mais genuíno.
Ser autêntica não significa falar tudo o que pensamos, expor nossa vida pessoal ou agir sem considerar os limites da relação terapêutica.
Significa reconhecer o que acontece conosco no encontro, sustentar uma presença verdadeira e fazer escolhas clínicas coerentes com o que compreendemos daquela relação.
Mas nem sempre é fácil.
Às vezes, tentamos corresponder ao que imaginamos ser uma boa terapeuta. Ficamos presas ao que deveríamos dizer, à intervenção que deveríamos fazer ou ao receio de não saber o suficiente.
E, nessa tentativa de acertar, podemos nos afastar da própria experiência e do que acontece entre nós e a pessoa que atendemos.
Na Gestalt-terapia, a autenticidade também faz parte da construção da nossa identidade profissional.
É um processo de reconhecer nossos modos de estar na relação, identificar o que nos impede de estar presentes e construir, com mais consciência, nosso próprio jeito de ser terapeuta.
É também por isso que a autenticidade é um dos objetivos que trabalhamos nos nossos grupos de Supervisão aqui do Transborda.
legenda: Um espaço para olhar para os casos clínicos a partir da perspectiva da Gestalt-terapia, ampliar a compreensão da relação terapêutica e reconhecer, construir e trabalhar a sua autenticidade como psicóloga.
Ficou interessado? Nos chame aqui ou faça sua inscrição pelo link da BIO, nos vemos lá! 💜
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