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Prontuário Psicológico: você está registrando seus atendimentos da forma correta?

Na rotina da clínica, é comum que a correria faça alguns detalhes passarem despercebidos.


Mas o prontuário psicológico não pode ser um deles.


Além de ser uma exigência do Conselho Regional de Psicologia, ele é um documento que registra o processo terapêutico, organiza o trabalho do psicólogo e garante segurança tanto para o profissional quanto para o cliente.


Mas, afinal, o que você precisa saber sobre o prontuário psicológico?


  1.  Ele auxilia no seu raciocínio clínico, permitindo retomar informações importantes do acompanhamento sempre que necessário. Ao registrar informações relevantes de cada atendimento, fica mais fácil identificar padrões, retomar temas importantes e avaliar os efeitos das intervenções.

  2. É um documento jurídico. Isso significa que, em determinadas situações, ele pode ser solicitado e analisado por outras pessoas, por isso deve ser elaborado com responsabilidade e linguagem técnica.

  3. É nele que ficam registradas as suas intervenções, observações e a evolução do processo terapêutico. Mais do que um registro burocrático, o prontuário documenta a atuação do psicólogo e demonstra como o acompanhamento foi conduzido ao longo do processo.

  4. O cliente tem direito de solicitar acesso ao prontuário. Quando isso acontece, é importante compreender a finalidade do pedido e conduzir essa demanda de forma ética, respeitando as normas da profissão.



Agora que você já sabe por que o prontuário psicológico é tão importante, a próxima pergunta é: o que, afinal, deve ser registrado?


Pensando nisso, reunimos no nosso coletivo um material completo com orientações práticas sobre cada etapa do prontuário, além de exemplos fictícios que ajudam a transformar a teoria em uma escrita mais segura e objetiva.


Você vai encontrar:

📌 Identificação

📌 Avaliação da demanda

📌 Registro da evolução

📌 Encaminhamentos ou encerramento do acompanhamento.


Um prontuário bem elaborado não é apenas uma obrigação ética e legal. Ele também faz parte de uma prática clínica mais organizada, segura e qualificada.


 
 
 

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