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A proximidade amorosa e íntima desafia as imagens e ilusões que criamos sobre nós e o outro.

Muitas vezes, criamos imagens e ilusões sobre nós mesmos e sobre o outro. Idealizamos, projetamos expectativas e, sem perceber, nos afastamos da verdadeira conexão. 


A intimidade não é sobre perfeição, mas sobre a capacidade de revelar-se. Expressar o que sentimos, nossas necessidades, inseguranças e ambiguidades. É sobre confiar e permitir que o outro nos veja — não só na luz, mas também nas sombras. 


Esperar que o outro supra vazios que só nós podemos preencher é um convite à frustração. A relação não pode carregar sozinha o peso das nossas expectativas não trabalhadas.


O convite da Gestalt é o encontro autêntico.

É enxergar o outro como ele é, e não como gostaríamos que fosse.

É assumir a responsabilidade por nossas necessidades e criar relações mais saudáveis.


E você? Como tem vivido suas relações? Você se permite ser visto de verdade? Permite que o outro seja quem ele é?


 
 
 

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