top of page

Cuidado pra não se tornar refém da sua melhor versão e acabar limitando as suas experiências


Existe uma armadilha silenciosa no desenvolvimento pessoal: se tornar refém da sua melhor versão.

 

Aquilo que começou como crescimento vira prisão. Você aprende a ser forte e passa a não se permitir mais ser frágil.

 

Você aprende a se equilibrar e passa a sentir vergonha quando se desorganiza.

Você aprende a ser maduro e passa a se cobrar não sentir mais certas dores.

A sua melhor versão vira uma exigência constante e não uma possibilidade viva.

 

Mas crescer não é se tornar alguém que nunca mais sofre. É se tornar alguém que pode viver todas as suas experiências com presença, inclusive as que não são “bonitas”.

 

Quando você se apega a uma versão ideal de si mesmo, você começa a evitar situações que possam ameaçar essa imagem. E, com isso, evita relações, riscos, o desconhecido. Evita a vida.

 

Na Gestalt-terapia, saúde não é desempenho. É flexibilidade.

É poder ser muitos e não precisar sustentar uma identidade fixa para se sentir válido.

 

Você não precisa ser sempre a sua melhor versão. Você precisa ser inteiro e inteireza inclui dias bons e dias profundamente humanos.

 

Assim funciona o processo terapêutico aqui no Transborda. A gente não busca a sua “melhor” versão. Buscamos a sua versão que é inteira: com erros, acertos, com o que tem de melhor, mas também com suas sombras. Quer conhecer mais sobre os nossos profissionais? Link na BIO.


 
 
 

Posts recentes

Ver tudo
 Queixa inicial é diferente da demanda terapêutica

Uma das confusões mais comuns na clínica é acreditar que o nosso trabalho é resolver a queixa que o cliente traz. Mas não é. O nosso trabalho é construir, junto com ele, a demanda terapêutica. Trans

 
 
 

Comentários


bottom of page