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Errar não é o mesmo que ser incapaz. Mas tem gente que aprendeu assim.

Na infância, cada erro vinha seguido de bronca, vergonha ou comparação. Na vida adulta, o erro vira prova de que “não sou bom o suficiente”.


Na Gestalt-terapia, olhamos para o erro como parte do processo de experimentar — é no contato com o novo, com o desconhecido, que a gente cresce. Mas quando o erro se transforma em identidade, algo se perde. A pessoa deixa de tentar para evitar sentir o que acha que o erro diz sobre ele.


“Se errei, é porque não sou capaz.”

“Se não sou capaz, melhor nem tentar.”


E assim, o ciclo se fecha. Mas errar é humano. E reconhecer isso é libertador. Porque a verdadeira incapacidade não está em errar, mas em desistir de si por medo de sentir.


Você errou… ou concluiu que não era capaz? Quantas experiências deixou de viver por confundir tentativa com fracasso?Talvez o que você chame de incapacidade, seja só o medo de errar de novo.


E talvez o erro, no fim das contas, só precise de acolhimento.


 
 
 

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