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O processo terapêutico está à serviço do cliente, e nunca acontece para suprir o ego do terapeuta.

Embora isso pareça óbvio, na prática nem sempre é o que acontece.


Há situações em que o terapeuta, de forma inconsciente, projeta no cliente sua própria necessidade de validação profissional. Nesses casos, o andamento da terapia pode acabar sendo conduzido no ritmo do terapeuta, seguindo o que ele acredita ser o melhor caminho ou esperando que o cliente apresente mudanças que sirvam para reforçar sua própria sensação de competência.

 

Mas é essencial lembrar:


O ritmo do processo e as transformações que irão - ou não - acontecer são decisões do cliente. O papel do terapeuta é estar ao lado, apoiando e ampliando a consciência, e não conduzindo segundo suas expectativas pessoais.


 
 
 

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