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Seu cliente está evoluindo em terapia ou só está sendo obediente a você?

Essa é uma pergunta que nos convida a pensar sobre a fronteira entre crescimento genuíno e adaptação neurótica dentro da relação terapêutica.

 

Na ânsia de “ajudar”, o psicólogo pode, sem perceber, começar a indicar o que é “melhor”, o que o cliente “deveria” fazer, como “precisa” reagir. E o cliente, acostumado a obedecer, agradar, seguir regras externas, pode transformar o processo em mais um espaço de obediência, e não de autenticidade.

 

Quando isso acontece, a terapia deixa de ser campo de experiência e vira campo de repetição. O cliente passa a buscar aprovação, e o terapeuta, a oferecer respostas prontas.

 

Mas a psicoterapia é, antes de tudo, um encontro. Um lugar de experimentar-se diferente, de arriscar novas formas de ser e de se relacionar.

 

Evoluir em terapia não é aprender a “fazer certo”. É descobrir-se inteiro, mesmo quando não se encaixa no que o outro espera.


Se você já se perguntou se seus clientes estão realmente se transformando ou apenas seguindo instruções, a supervisão no Transborda é o espaço para refletir sobre isso. 


Vamos juntos? Comente “supervisão pra saber mais”.


 
 
 

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